Noticia DN 27/04/2013
Aqui divulgamos e promovemos as actividades e valências da Casa do Povo da Ilha!
segunda-feira, abril 29, 2013
segunda-feira, abril 22, 2013
Plantas e Usos Tradicionais nas memórias de Hoje - Ilha
Plantas e Usos Tradicionais nas memórias de Hoje - Ilha
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Continuamos a publicar o saber duma comunidade rural no âmbito das plantas e seus usos tradicionais, da freguesia da Ilha. Este trabalho consistiu no levantamento da flora aromática e medicinal local, com a recuperação do conhecimento e saberes populares, pretendendo-se que contribuía para estimular a diversificação e valorização das atividades rurais.
Os autores e as instituições envolvidas declinam qualquer responsabilidade relativamente à utilização que possa ser dada às informações transmitidas, sendo este trabalho unicamente um registo do saber tradicional desta comunidade rural.
Esta comunidade rural, assim como um pouco por toda a ilha, refere-se a um chá à operação que consiste em deitar água fervente ou em ebulição, cerca de 2-5 minutos, sobre as partes da planta a extrair as propriedades medicinais. O termo infusão é aplicado, nesta freguesia, quando se refere à extração dos princípios ativos através da mistura do chá ou de partes das plantas com aguardente, durante alguns dias.
Nota: Por ser um trabalho no âmbito da etnobotânica, os nomes vulgares e os termos referidos no uso das plantas transcrevem na íntegra a informação transmitida pelos informantes, de acordo com a sua cultura e o seu conhecimento que passou de geração em geração.
Para mais informação é favor consultar o livro, em formato digital em www.pnm.pt.
Mais se informa que os autores desta publicação são: M. Menezes de Sequeira, S. Fontinha, F. Freitas, L. Ramos e Mª G. Mateus e os editores foram a Casa do Povo da Ilha e o Serviço do Parque Natural da Madeira.
Cana-de-açúcar
Nome científico
Saccharum officinarum L.
Origem?
Planta introduzida sudoeste asiático.
Distribuição?
Cultivada para fins alimentares, a baixas e médias altitudes, principalmente na costa sul.
Uso tradicional?
Para acalmar a tosse, foi referido que a cana é aquecida diretamente sobre a chama até ficar mole, em seguida torcida de forma a extrair-se o sumo, o qual é ingerido.
CANELA BRANCA
Nome científico
Peperomia galioides Kunth
Origem?
Planta originária da América Central e do Sul.
Distribuição?
Cultivada para fins medicinais, sobretudo junto às habitações.
Uso tradicional?
O chá das folhas e caule foi referido para dores menstruais, dores de “corpo em geral” e boa disposição. Também para o “corpo em geral” foi mencionado um chá juntamente com outras plantas, tais como erva caninha e erva-cidreira. Para atenuar dores menstruais e estomago foi mencionada a ingestão dum cálice duma infusão de aguardente com alfazema, macela, canela branca e mel de abelha. Para o mesmo efeito foi referida também uma infusão em aguardente de perpétua branca, língua – cervina, canela branca, macela alfazema e mel de abelha. Para mulheres pós-parto mencionaram a ingestão dum cálice pequeno duma infusão em aguardente de alfavaca, sempre noiva, canela branca e madre de louro, que ficava 8 a 15 dias debaixo do estrume de vaca, nos palheiros.
CARQUEJA
Nome científico
Ulex europaeus L. subsp. europaeus
Origem?
Planta introduzida da Europa Ocidental.
Distribuição?
Frequente, naturalizada em zonas de pastos e povoamentos florestais, na generalidade até aos 1500m de altitude.
Uso tradicional?
O chá das flores frescas ou secas foi referido para dores de cabeça, pressão alta, stress, insónias e dores menstruais. Para atenuar dores menstruais foi também mencionado o chá da flor com folha do alho seco.
quinta-feira, abril 18, 2013
sexta-feira, abril 12, 2013
XII Exposição Regional do Limão 2013
XII EXPOSIÇÃO REGIONAL DO LIMÃO NA ILHA
PRIMEIRO FIM DE SEMANA DE MAIO
PRIMEIRO FIM DE SEMANA DE MAIO
Nos dias 04 e 05 de maio terá lugar, na Freguesia da Ilha, a XIIª Exposição Regional do Limão. Esta é uma iniciativa de homenagem ao agricultor e ao produto de excelência desta localidade, o limão.
A organização está a preparar um programa eclético com diversas atrações nomeadamente, a gastronomia, teatro, dança, animação musical, bem como a já emblemática Festa do Despique, agendada para o dia 05 de maio, em que se pretende reunir representantes das diversas localidades da nossa região para que possam dar o seu contributo neste encontro.
A Casa do Povo da Ilha informa que as inscrições para os expositores do limão estão a abertas de 15 a 30 de abril, sendo que podem participar agricultores de toda a Região. As inscrições deverão ser efetuadas em ficha própria junto da Casa do Povo da Ilha das 09h00 às 20h00, todos os dias úteis.
Mais informamos que, no ato de inscrição, é necessária a apresentação do Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão, por seu lado a Casa do Povo disponibiliza aos agricultores, as caixas próprias para expor o limão, e que devem ter em especial consideração, o tamanho uniforme, a mesma variedade do limão e que estejam isentos de problemas fitossanitários.
Os agricultores devem entregar o seu limão a expor no dia 03 de maio.
Para mais informações e Inscrições:
Tel: 291572026/962488561
e-mail: casapovoilha@mail.telepac.pt
Fax: 291573801
Blog: http://casapovoilha.blogspot.com/
segunda-feira, abril 08, 2013
Sessão Solene de Abertura Oficial de Santana Município da Cultura 2013
Os grupos culturais da Casa do Povo da Ilha - grupo de dança e teatro estiveram presentes na Sessão Solene de Abertura Oficial de Santana Município da Cultura 2013
Plantas e Usos Tradicionais nas memórias de Hoje - Ilha
Os autores e as Instituições envolvidas declinam qualquer responsabilidade relativamente à utilização que possa ser dada às informações transmitidas, sendo este trabalho unicamente um registo do saber tradicional desta comunidade rural.
Esta comunidade rural, assim como um pouco por toda a ilha, refere-se a um chá à operação que consiste em deitar água fervente ou em ebulição, cerca de 2-5 minutos, sobre as partes da planta a extrair as propriedades medicinais. O termo infusão é aplicado, nesta freguesia, quando se refere à extração dos princípios ativos através da mistura do chá ou de partes das plantas com aguardente, durante alguns dias.
BABOSA
Nome científico
Aloe vera L.
Origem?
Planta introduzida da Arábia e Nordeste de África.
Distribuição?
Cultivada para fins ornamentais e medicinais, naturalizada nas margens de estradas e em terrenos incultos, principalmente no litoral sul.
Uso tradicional?
O sumo de uma folha, depois de descascada e triturada, é misturado com mel de abelha e foi referida para combater o cancro.
BÁLSAMO, Ensaião
Nome científico
Senecio serpens Rowley
Origem?
Planta introduzida do sul da África do Sul.
Distribuição?
Cultivada como ornamental e medicinal em jardins.
Uso tradicional?
A seiva de uma folha é aplicada diretamente no olho, contra infeções e também para a limpeza de poeiras.
BATATEIRA
Nome científico
Solanum tuberosum L.
Origem?
Planta introduzida da América do Sul.
Distribuição?
Cultivada para fins alimentares, comum a baixas e médias altitudes.
Uso tradicional?
Para feridas foram referidos dois tipos de aplicação direta, as folhas que são maceradas e os tubérculos que são reduzidos a papa.
Para mais informação é favor consultar o livro, em formato digital em www.pnm.pt. Mais se informa que os autores desta publicação são: M. Menezes de Sequeira, S. Fontinha, F. Freitas, L. Ramos e Mª G. Mateus e os editores foram a Casa do Povo da Ilha e o Serviço do Parque Natural da Madeira.
JM
Lista eleita Órgãos Sociais da Casa do Povo da Ilha - Triénio 2013-2016
O ato eleitoral decorreu hoje, entre as 18h30 e as 21h30, e a única lista submetida a sufrágio - lista A recolheu a unanimidade dos votos expressos.
• Inscritos: 152
• Votantes na lista A: 82
• Votos nulos: 0
• Votos brancos: 0
• Total: 82
• Inscritos: 152
• Votantes na lista A: 82
• Votos nulos: 0
• Votos brancos: 0
• Total: 82
sexta-feira, abril 05, 2013
quinta-feira, abril 04, 2013
Centro de Convívio da Ilha no IV Encontro de Teatro Sénior
Amanhã, dia 05 de abril, o Centro de Convívio da Casa do Povo da Ilha estará presente no IV Encontro de Teatro Sénior, em São Roque do Faial com a representação da peça "Dr. Pega, Pega". Assista e divirta-se!
quarta-feira, março 27, 2013
segunda-feira, março 25, 2013
Plantas e Usos Tradicionais nas Memórias de Hoje
Plantas e Usos Tradicionais nas memórias de Hoje - Ilha
PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA | | POR JM
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Esta comunidade rural, assim como um pouco por toda a ilha, refere-se a um chá à operação que consiste em deitar água fervente ou em ebulição, cerca de 2 a 5 minutos, sobre as partes da planta a extrair as propriedades medicinais.
O termo infusão é aplicado, nesta freguesia, quando se refere à extração dos princípios ativos através da mistura do chá ou de partes das plantas com aguardente, durante alguns dias.
Os autores e as Instituições envolvidas declinam qualquer responsabilidade relativamente à utilização que possa ser dada às informações transmitidas, sendo este trabalho unicamente um registo do saber tradicional desta comunidade rural.
Nota: Por ser um trabalho no âmbito da etnobotânica, os termos referidos no uso das plantas transcrevem na íntegra a informação transmitida pelos informantes, de acordo com a sua cultura e o seu conhecimento que passou de geração em geração.
Para mais informação é favor consultar o livro, em formato digital em www.pnm.pt. Mais se informa que os autores desta publicação são: M. Menezes de Sequeira, S. Fontinha, F. Freitas, L. Ramos e M.ª G. Mateus.
Arruda
Nome científico
Ruta chalepensis L.
Origem?
Planta autóctone.
Distribuição?
Cultivada para fins medicinais e de superstição, naturalizada em terrenos rochosos, secos, expostos e costeiros.
Uso tradicional?
O chá das folhas foi referido para combater as dores de cabeça e os problemas intestinais. Para tromboses, foram referidas três utilizações distintas: um chá de folhas, flores e botões (frutos); uma mistura da anterior com noz-moscada; a ingestão de um botão, durante nove dias consecutivos.
Na manhã de São João, em jejum, ingerem 2-3 botões com 5 fendas, para proteger do “mau-olhado”. Para proteção da casa, mencionaram a elaboração dum ramo de tangerineira, alecrim, arruda, laranjeira e oliveira, que no dia de Domingo de Ramos é benzido na Igreja local e depois guardado em casa.
Artemija ou artimija
Nome científico
Tanacetum parthenium (L.) Sch. Bip.
Origem?
Planta introduzida do sul da Europa, norte de África e sudoeste da Ásia.
Distribuição?
Cultivada para fins medicinais e ornamentais, frequente junto às habitações.
Uso tradicional?
O chá das folhas e caule foi mencionado para problemas dos rins, bexiga e infeções urinárias.
Avenca
Nome científico
Adiantum raddianum C. Presl.
Origem?
Planta introduzida da América tropical.
Distribuição?
Frequente em muros e paredes junto a levadas, locais rochosos e húmidos.
Uso tradicional?
O chá de 2 a 3 “folhas” foi mencionado para baixar a febre.
domingo, março 24, 2013
sexta-feira, março 22, 2013
Participação do Centro de Convívio da CP Ilha - "Brincar de Novo"
Participação do Centro de Convívio da Casa do Povo da Ilha na XVII Semana de São José, na atividade "Brincar de Novo" realizada na tarde de hoje, no Arco de São Jorge
terça-feira, março 19, 2013
Dia do Pai - 19 de março
A Casa do Povo da Ilha felicita, neste dia especial, todos os PAIS que pela sua força, amizade, compreensão são os heróis dos seus filhos!
segunda-feira, março 11, 2013
Plantas e Usos Tradicionais nas memórias de Hoje - Ilha
"Continuamos a publicar o saber no âmbito das plantas e seus usos tradicionais da população da freguesia da Ilha, inserido numa publicação editada pela Casa do Povo da Ilha..."
Estes excertos de texto refletem como esta comunidade rural usa as plantas, de acordo com o seu conhecimento e cultura, sendo um registo do que foi transmitido aos autores durante as entrevistas realizadas, utilizando a metodologia no âmbito da etnobotânica.
Assim, os autores e as Instituições envolvidas declinam qualquer responsabilidade relativamente à utilização que possa ser dada às informações transmitidas, sendo este trabalho unicamente um registo do saber tradicional desta comunidade rural.
Esta comunidade rural, assim como um pouco por toda a ilha, refere-se a um chá à operação que consiste em deitar água fervente ou em ebulição, cerca de 2-5 minutos, sobre as partes da planta a extrair as propriedades medicinais. O termo infusão é aplicado, nesta freguesia, quando se refere à extração dos princípios ativos através da mistura do chá ou de partes das plantas com aguardente, durante alguns dias.
Nota: Por ser um trabalho no âmbito da etnobotânica, os termos referidos no uso das plantas transcrevem na íntegra a informação transmitida pelos informantes, de acordo com a sua cultura e o seu conhecimento que passou de geração em geração.
ALHO DE BURRO
Nome científico
Allium triquetrum L.
Origem?
Planta introduzida da região Mediterrânica Ocidental.
Distribuição?
Frequente em campos agrícolas, terrenos abandonados, ao longo de levadas e caminhos.
Uso tradicional?
O chá do caule e das folhas foi referido para bronquite.
AMORES DE BURRO ou MURICOS
Nome científico
Bidens pilosa L.
Origem?
Planta introduzida da América do Sul.
Distribuição?
Planta invasora, frequente em terrenos agrícolas, campos abandonados, orlas de floresta e bermas de caminhos, a baixa e média altitude.
Uso tradicional?
O chá dos caules foi mencionado para a diarreia, por vezes adicionam cabelos de milho. Foi referida para o controlo de diabetes, o chá das folhas.
ANIS, ERVA ANIS
ANIS, ERVA ANIS OU ERVA DO CORAÇÃO
Nome científico
Ocimum micranthum Willd.
Origem?
Planta introduzida da América.
Distribuição?
Cultivada para fins medicinais, junto às habitações.
Uso tradicional?
O chá das folhas e do caule foi referido para combater problemas de coração.
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Estes excertos de texto refletem como esta comunidade rural usa as plantas, de acordo com o seu conhecimento e cultura, sendo um registo do que foi transmitido aos autores durante as entrevistas realizadas, utilizando a metodologia no âmbito da etnobotânica.
Assim, os autores e as Instituições envolvidas declinam qualquer responsabilidade relativamente à utilização que possa ser dada às informações transmitidas, sendo este trabalho unicamente um registo do saber tradicional desta comunidade rural.
Esta comunidade rural, assim como um pouco por toda a ilha, refere-se a um chá à operação que consiste em deitar água fervente ou em ebulição, cerca de 2-5 minutos, sobre as partes da planta a extrair as propriedades medicinais. O termo infusão é aplicado, nesta freguesia, quando se refere à extração dos princípios ativos através da mistura do chá ou de partes das plantas com aguardente, durante alguns dias.
Nota: Por ser um trabalho no âmbito da etnobotânica, os termos referidos no uso das plantas transcrevem na íntegra a informação transmitida pelos informantes, de acordo com a sua cultura e o seu conhecimento que passou de geração em geração.
ALHO DE BURRO
Nome científico
Allium triquetrum L.
Origem?
Planta introduzida da região Mediterrânica Ocidental.
Distribuição?
Frequente em campos agrícolas, terrenos abandonados, ao longo de levadas e caminhos.
Uso tradicional?
O chá do caule e das folhas foi referido para bronquite.
AMORES DE BURRO ou MURICOS
Nome científico
Bidens pilosa L.
Origem?
Planta introduzida da América do Sul.
Distribuição?
Planta invasora, frequente em terrenos agrícolas, campos abandonados, orlas de floresta e bermas de caminhos, a baixa e média altitude.
Uso tradicional?
O chá dos caules foi mencionado para a diarreia, por vezes adicionam cabelos de milho. Foi referida para o controlo de diabetes, o chá das folhas.
ANIS, ERVA ANIS
ANIS, ERVA ANIS OU ERVA DO CORAÇÃO
Nome científico
Ocimum micranthum Willd.
Origem?
Planta introduzida da América.
Distribuição?
Cultivada para fins medicinais, junto às habitações.
Uso tradicional?
O chá das folhas e do caule foi referido para combater problemas de coração.
sexta-feira, março 08, 2013
Ser MULHER é...
“Mãe da Humanidade”
“Alegria do Lar”
“Humilde e forte”
“Bonita, agradável, carinhosa e alegre”
“Ter vocação para os filhos, ser boa mãe”
“Amiga do marido e dos filhos”
“um bom exemplo”
“ser bela, amorosa, namoradeira, amável, é saber levar tudo a bem”
“Ser forte, companheira, mãe, a luz da casa”
“É o anjo da casa, paciente, atenta e preocupada com os outros”
Atividade realizada pelas utentes do Centro de Convívio da CP Ilha no âmbito do Dia Internacional da Mulher!
quinta-feira, março 07, 2013
Rastreios auditivos gratuitos na Ilha
No próximo dia 24 de março, domingo, das 09h30 às 12h30, nas instalações da Casa do Povo da Ilha, realizar-se-à uma iniciativa de rastreio auditivo gratuito aberto à população em geral.
Participe!
Participe!
segunda-feira, março 04, 2013
quinta-feira, fevereiro 28, 2013
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
LOCALIDADE DO CONCELHO DE SANTANA É MARCADA PELA RURALIDADE, MAS É TAMBÉM MUITO DINÂMICA
Uma “Ilha” com potencial ambiental, turístico e humano
PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA | | POR RICARDO CALDEIRA
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Situada entre duas ribeiras, a freguesia da Ilha a isso deve o seu nome. Trata-se de uma localidade cujos principais vectores de desenvolvimento são a agricultura, o ambiente e o turismo, os quais se associam a outra mais-valia: as pessoas.
É uma ilha dentro de outra ilha. Localizada entre duas ribeiras, no concelho de Santana, a freguesia da Ilha a isso deve o seu nome e tem a particularidade de ser uma localidade com todas as características associadas ao mundo rural, com um forte potencial da actividade agrícola e com uma componente ambiental e turística muito atractiva. Tudo isto tendo como base o seu património humano.
António Trindade, presidente da Casa do Povo local, aponta mesmo a agricultura, o ambiente e o turismo como os três vectores de desenvolvimento da freguesia, considerando que os mesmos «devem estar interligados pela complementaridade que assumem, mas, sobretudo, alicerçados naquilo que verdadeiramente distingue a freguesia da Ilha - as pessoas». «O nosso povo é a nossa marca» sustenta.
Em termos de características naturais, o presidente da referida colectividade não deixa de realçar o facto de alguns dos locais considerados como fazendo parte da “nobreza” da natureza madeirense estarem localizados nesta freguesia, nomeadamente o Caldeirão Verde e o Pico Ruivo, que ficam situados em pleno coração da Floresta Laurissilva.
«Existem aqui alguns locais susceptíveis de serem potenciados turisticamente que pertencem a este território», frisa o nosso interlocutor, acrescentando que estas componentes podem também ser geradoras de emprego, de rendimento e, possivelmente, de fixação de pessoas, algo que «é fundamental numa freguesia». Sublinhando a grande riqueza da população em termos culturais e de tradições, António Trindade salienta que essa mesma característica, aliada ao potencial ambiental e turístico, pode contribuir para dinamizar e projectar ainda mais a localidade.
É nesse sentido que as instituições da freguesia, entre as quais a que dirige, têm como principais papéis contribuir para a afirmação local e fomentar o investimento privado em áreas estratégicas e diferenciadoras, bem como assegurar as condições de vida e garantir o bem-estar social das populações, através do desenvolvimento de projectos sociais e culturais.
No caso concreto da Casa do Povo, António Trindade refere que tem apostado nesse sentido, pegando nas potencialidades das pessoas, nas tradições e tentando empreender, criando postos de trabalho e dinâmicas económicas. Um exemplo disso é o projecto social que está a ser desenvolvido desde 2007 e que tem como objectivo proporcionar oportunidades de trabalho a pessoas desfavorecidas. Desde essa altura, já foram dadas oportunidades a 22 pessoas. «Nós identificámos o que é que as pessoas sabiam fazer e o que é que podíamos potenciar em termos de emprego e criámos este projecto social», explicou o responsável.
Por outro lado, António Trindade não deixa de fazer referência aos eventos que são promovidos pela instituição naquela localidade, com o intuito de promover a freguesia, criar atractividade e fazer com que seja cada vez mais conhecida e mais visitada (dinamizando assim também o comércio e valorizando o património humano). Entre os mesmos, assumem maior destaque e projecção a Exposição Regional do Limão, o Dia do Emigrante e a Semana Cultural da Ilha. A estes, juntam-se outros pequenos eventos durante o ano, e iniciativas que criam uma dinâmica diária.
António Trindade, presidente da Casa do Povo local, aponta mesmo a agricultura, o ambiente e o turismo como os três vectores de desenvolvimento da freguesia, considerando que os mesmos «devem estar interligados pela complementaridade que assumem, mas, sobretudo, alicerçados naquilo que verdadeiramente distingue a freguesia da Ilha - as pessoas». «O nosso povo é a nossa marca» sustenta.
Em termos de características naturais, o presidente da referida colectividade não deixa de realçar o facto de alguns dos locais considerados como fazendo parte da “nobreza” da natureza madeirense estarem localizados nesta freguesia, nomeadamente o Caldeirão Verde e o Pico Ruivo, que ficam situados em pleno coração da Floresta Laurissilva.
«Existem aqui alguns locais susceptíveis de serem potenciados turisticamente que pertencem a este território», frisa o nosso interlocutor, acrescentando que estas componentes podem também ser geradoras de emprego, de rendimento e, possivelmente, de fixação de pessoas, algo que «é fundamental numa freguesia». Sublinhando a grande riqueza da população em termos culturais e de tradições, António Trindade salienta que essa mesma característica, aliada ao potencial ambiental e turístico, pode contribuir para dinamizar e projectar ainda mais a localidade.
É nesse sentido que as instituições da freguesia, entre as quais a que dirige, têm como principais papéis contribuir para a afirmação local e fomentar o investimento privado em áreas estratégicas e diferenciadoras, bem como assegurar as condições de vida e garantir o bem-estar social das populações, através do desenvolvimento de projectos sociais e culturais.
No caso concreto da Casa do Povo, António Trindade refere que tem apostado nesse sentido, pegando nas potencialidades das pessoas, nas tradições e tentando empreender, criando postos de trabalho e dinâmicas económicas. Um exemplo disso é o projecto social que está a ser desenvolvido desde 2007 e que tem como objectivo proporcionar oportunidades de trabalho a pessoas desfavorecidas. Desde essa altura, já foram dadas oportunidades a 22 pessoas. «Nós identificámos o que é que as pessoas sabiam fazer e o que é que podíamos potenciar em termos de emprego e criámos este projecto social», explicou o responsável.
Por outro lado, António Trindade não deixa de fazer referência aos eventos que são promovidos pela instituição naquela localidade, com o intuito de promover a freguesia, criar atractividade e fazer com que seja cada vez mais conhecida e mais visitada (dinamizando assim também o comércio e valorizando o património humano). Entre os mesmos, assumem maior destaque e projecção a Exposição Regional do Limão, o Dia do Emigrante e a Semana Cultural da Ilha. A estes, juntam-se outros pequenos eventos durante o ano, e iniciativas que criam uma dinâmica diária.
«Recanto pacato»
Pascal Pedro, residente no sítio da Ermida, considera que a ruralidade da freguesia da Ilha é a sua grande mais-valia.
Este morador destaca as «paisagens bonitas» daquela localidade, dando ênfase especial à laurissilva, belezas naturais que podem ser observadas e vividas bem de perto, através das veredas e levadas da freguesia. Aliás, segundo refere, há muita gente que ali se desloca (alguns para passar os fins-semana) «só para usufruir do silêncio e da calma». «Isto aqui é um recanto pacato onde não há muita confusão», salienta, acrescentando que «por ser um lugar calmo e tranquilo, é óptimo para passar uns dias e descansar».
Aliás, é esta mesma potencialidade turística que Pascal Pedro quer explorar, estando, para isso, a fazer um curso de guia de montanha. Enquanto proprietário de uma unidade de turismo de habitação naquela localidade (conjuntamente com a família), o contacto que tem estabelecido com as agências de viagens tem-lhe permitido constatar que esta é uma área na qual vale a pena apostar. O objectivo é tentar incentivar mais turistas a «virem cá visitar a nossa terra», afirma, acrescentando ainda que o turismo de montanha e as caminhadas são cada vez mais procurados.
Este morador destaca as «paisagens bonitas» daquela localidade, dando ênfase especial à laurissilva, belezas naturais que podem ser observadas e vividas bem de perto, através das veredas e levadas da freguesia. Aliás, segundo refere, há muita gente que ali se desloca (alguns para passar os fins-semana) «só para usufruir do silêncio e da calma». «Isto aqui é um recanto pacato onde não há muita confusão», salienta, acrescentando que «por ser um lugar calmo e tranquilo, é óptimo para passar uns dias e descansar».
Aliás, é esta mesma potencialidade turística que Pascal Pedro quer explorar, estando, para isso, a fazer um curso de guia de montanha. Enquanto proprietário de uma unidade de turismo de habitação naquela localidade (conjuntamente com a família), o contacto que tem estabelecido com as agências de viagens tem-lhe permitido constatar que esta é uma área na qual vale a pena apostar. O objectivo é tentar incentivar mais turistas a «virem cá visitar a nossa terra», afirma, acrescentando ainda que o turismo de montanha e as caminhadas são cada vez mais procurados.
Governo da República está a «enterrar-se»
A população da Ilha mostra-se contra a reorganização do mapa das freguesias anunciada pelo Executivo nacional.
O presidente da Junta de Freguesia considera mesmo que o Governo da República «se está a enterrar com as leis que está a fazer». «Só estão a fazer asneiras», diz Manuel Jesus, referindo-se a esta questão da reorganização do mapa de freguesias e também à lei de limitação de mandatos. «Julgo que é um erro gravíssimo que o Governo da República e os senhores deputados estão a fazer», frisa.
Por seu turno, Virgínia Pedro considera que seria um «grande transtorno» para a população se algum dia fosse tomada a decisão da extinguir a sua freguesia. Já Pascal Pedro diz que tal seria «andar para trás». «Desenvolver é andar para a frente e não para trás», adianta, advertindo ainda que «regredir é impensável».
Também Maria Dora defende a continuidade da freguesia, sublinhando que não faz sentido voltar a ser «sítio».
O presidente da Junta de Freguesia considera mesmo que o Governo da República «se está a enterrar com as leis que está a fazer». «Só estão a fazer asneiras», diz Manuel Jesus, referindo-se a esta questão da reorganização do mapa de freguesias e também à lei de limitação de mandatos. «Julgo que é um erro gravíssimo que o Governo da República e os senhores deputados estão a fazer», frisa.
Por seu turno, Virgínia Pedro considera que seria um «grande transtorno» para a população se algum dia fosse tomada a decisão da extinguir a sua freguesia. Já Pascal Pedro diz que tal seria «andar para trás». «Desenvolver é andar para a frente e não para trás», adianta, advertindo ainda que «regredir é impensável».
Também Maria Dora defende a continuidade da freguesia, sublinhando que não faz sentido voltar a ser «sítio».
Agricultura e tradições mantêm-se vivas
A Ilha é uma freguesia onde grande parte da população ainda se dedica à agricultura, sendo o limão o produto mais emblemático e, inclusivamente, uma das imagens de marca da localidade. A par disso, esta é uma zona onde ainda se mantêm vivas algumas tradições, entre as quais a tecelagem e outros trabalhos manuais. Embora nem sempre tenha tempo para tal, quando pode, Virgínia Pedro ainda tece os tradicionais tapetes de retalhos no seu próprio tear. «Gosto de fazer para mim mesma, porque é uma tradição que já vem da minha avó e da minha mãe», diz, acrescentando que há ainda «duas ou três» pessoas que se dedicam a esta arte, mas que já não é fácil encontrar jovens que «se interessem por estas coisas».
Freguesia rural mas «muito bem organizada»
Maria Dora, proprietária de um estabelecimento comercial junto à Igreja, diz que a Ilha é uma freguesia rural, mas «muito bem organizada» e destaca as infra-estruturas e serviços ali existentes, bem como a dinâmica gerada pelos eventos que ali decorrem, tais como a Festa do Limão, o Dia do Emigrante e a Semana Cultural. Iniciativas, que, refere, são importantes para atrair visitantes à localidade e também para a própria dinamização do comércio local.
Por outro lado, Maria Dora destaca a calma e o verde da freguesia, factores que levam até ali muitos turistas para percorrerem os percursos pedonais existentes, um facto igualmente importante para fazer mexer a economia local.
A nossa interlocutora não deixa também de fazer referência à actividade agrícola, à qual se dedicam grande parte das pessoas, algumas não só para consumo próprio como também para venda.
Por outro lado, Maria Dora destaca a calma e o verde da freguesia, factores que levam até ali muitos turistas para percorrerem os percursos pedonais existentes, um facto igualmente importante para fazer mexer a economia local.
A nossa interlocutora não deixa também de fazer referência à actividade agrícola, à qual se dedicam grande parte das pessoas, algumas não só para consumo próprio como também para venda.
Contributo para o turismo
Biosfera importante
O presidente da Junta de Freguesia da Ilha destaca as qualidades turísticas da freguesia, materializadas através da Laurissilva, das veredas e levadas e da beleza das suas paisagens naturais. Para Manuel Jesus, o potencial turístico da Ilha torna-se ainda maior e mais promissor, graças à atribuição do galardão de Reserva da Biosfera ao concelho de Santana.
Por outro lado, Manuel Jesus enaltece a dinâmica da freguesia, traduzida nos seus principais eventos (as festividades descritas no texto ao lado). «Temos de continuar a fazer isso, porque são as nossas tradições», afirma, sublinhando que, nesse sentido, é uma mais-valia falar com as pessoas idosas da localidade, porque «são essas que têm os segredos do passado».
A outro nível, o presidente da Junta de Freguesia refere que esta é uma localidade que ainda vive em parte da agricultura, sendo que algumas pessoas vendem os seus produtos, o que representa um complemento importante na actual conjuntura.
Actualmente no seu último mandato enquanto autarca, Manuel Jesus está a preparar as comemorações do Dia da Freguesia, que decorrerão no dia 21 de Abril e que irão contar com uma missa, uma sessão solene e um convívio.
RICARDO CALDEIRA
Por outro lado, Manuel Jesus enaltece a dinâmica da freguesia, traduzida nos seus principais eventos (as festividades descritas no texto ao lado). «Temos de continuar a fazer isso, porque são as nossas tradições», afirma, sublinhando que, nesse sentido, é uma mais-valia falar com as pessoas idosas da localidade, porque «são essas que têm os segredos do passado».
A outro nível, o presidente da Junta de Freguesia refere que esta é uma localidade que ainda vive em parte da agricultura, sendo que algumas pessoas vendem os seus produtos, o que representa um complemento importante na actual conjuntura.
Actualmente no seu último mandato enquanto autarca, Manuel Jesus está a preparar as comemorações do Dia da Freguesia, que decorrerão no dia 21 de Abril e que irão contar com uma missa, uma sessão solene e um convívio.
RICARDO CALDEIRA
terça-feira, fevereiro 26, 2013
Ação de Informação - 28 de fevereiro
No próximo dia 28 de fevereiro, pelas 18h00, no auditório da Casa do Povo da Ilha, realizar-se-à uma ação de informação sobre duas problemáticas que afetam diretamente os agricultores de Santana, e em especial da Freguesia da Ilha, sendo elas a traça da batata e a bacteriose das couves.
Esta ação é promovida pela empresa municipal Terra Cidade em parceria com a Direção Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Participe!
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Ao Seu Lar - uma empresa de qualidade e confiança
Nesta época de plantação da batata, recorra aos nossos serviços para o ajudar!
Contacte-nos e comprove a nossa qualidade!
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sexta-feira, fevereiro 22, 2013
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Dinâmica de grupo "A Bomba" - Centro de Convívio da CP Ilha
A dinâmica consiste na organização dos participantes em círculo, ficando um dos mesmos, no centro com os olhos vendados. À medida que este vai contando, os outros participantes vão passando a bola entre si. Quando o que está no centro diz a palavra "boom", o jogador que estiver com a bola na mão é eliminado.
sexta-feira, fevereiro 15, 2013
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Neste dia de S. Valentim perguntámos às utentes do Centro de Convívio o significado da palavra amor para cada uma delas.
Neste dia de S. Valentim perguntámos às utentes do Centro de Convívio o significado da palavra amor para cada uma delas.
O AMOR é...
- paz, amizade e bondade. O amor simboliza tudo na vida e por amor somos capazes de dar tudo na vida;
Ana Marques da Silva
- Amizade e compreensão entre o casal e as pessoas com quem nós convivemos;
Cecília Marques
- completo quando estou junto dos meus filhos e dos meus netos; Rosa Pedro
- é o que sentimos por uma pessoa e com quem queremos viver unidos;
Inês Silva
- o que sinto pelo meu marido, pelos meus filhos e netos. É um sentimento que abrange a todos;
Maria de Jesus Vieira
- união, amizade, fraternidade e simplicidade para com todas as pessoas;
Ana de Jesus da Silva
O AMOR é...
- paz, amizade e bondade. O amor simboliza tudo na vida e por amor somos capazes de dar tudo na vida;
Ana Marques da Silva
- Amizade e compreensão entre o casal e as pessoas com quem nós convivemos;
Cecília Marques
- completo quando estou junto dos meus filhos e dos meus netos; Rosa Pedro
- é o que sentimos por uma pessoa e com quem queremos viver unidos;
Inês Silva
- o que sinto pelo meu marido, pelos meus filhos e netos. É um sentimento que abrange a todos;
Maria de Jesus Vieira
- união, amizade, fraternidade e simplicidade para com todas as pessoas;
Ana de Jesus da Silva
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
sexta-feira, fevereiro 08, 2013
terça-feira, fevereiro 05, 2013
A tradição das fendeiras...
As fendeiras eram um grupo de
pessoas que iam à casa uma das outras de noite para fazer vários trabalhos,
como esfolhar as maçarocas de milho, descascar feijão e principalmente,
trabalhos de artesanato.
Faziamos retalhos de panos,
embrulhava-se em novelos para não embaraçar uns nos outros, depois eram metidos
no tear para tecer as cobertas e tapetes.
Para as peças de lã, tinham de
apartar, abrir, cardar e fiar a lã. Depois de fiada, tirava-se do fuso,
colocava-se as maçarocas de lã no caneleiro para encher as canelas para meter
na lançadeira e depois tecer no tear para fazer as calças, os coletes de lã.
Em relação ao linho, é um pouco
diferente e muito mais trabalhoso, por isso é que as pessoas usam a expressão
“os tormentos do linho”. O linho é semeado, mondado das ervas, depois de maduro
é apanhado, ripado no ripanço para tirar a semente, depois é posto aos molhos
na água durante oito dias, depois é tirado e estendido a secar ao sol. É
amassado com a massa em cima de um tronco de pau, depois é gramado na grama e
sedado no sedeiro. É fiado na roca, sarilhado no sarilho, fica em meadas,
depois é cozido numa panela com ervas e cinza peneirada, lavado e posto a
“cuarar” para clarear mais e é enchido em canelas no caneleiro para meter na
lançadeira e tecer no tear o lindo pano que se faz as belas toalhas que todas
as pessoas ficam encantadas, também se faziam camisas de homem, lençóis…
No fim do trabalho, lá pela
meia-noite, às vezes uma da manhã, os donos faziam uma panela de milho com carne
de porco e deitavam num alguidar de barro grande e toda a gente comia do mesmo
alguidar.
Utente do Centro de Convívio da CP Ilha
Ana Marques da Silva
Melhor Mascarado 2013
Concurso "O Melhor Mascarado 2013", no próximo dia 12 de fevereiro, às 19h00, na Casa do Povo da Ilha. Traga a sua máscara e venha festejar o Carnaval connosco!
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Plantas e usos tradicionais nas memórias de hoje
Para cada planta e para
cada erva um uso tradicional. Nestas páginas explore o saber popular do povo da
Ilha. Conheça o trabalho desenvolvido pelos jovens de um protejo de
voluntariado da Casa do Povo da Ilha em parceria com o Parque Natural da
Madeira e a Universidade da Madeira.
segunda-feira, janeiro 28, 2013
domingo, janeiro 27, 2013
sexta-feira, janeiro 25, 2013
Rastreios visuais gratuitos na Ilha
No próximo dia 27 de janeiro, domingo, das 09h00 às
12h00, nas instalações da Casa do Povo da Ilha, realizar-se-á uma iniciativa de
rastreio visual gratuito aberto à população em geral, levado a cabo por uma
empresa da região especializada na área da oftalmologia que tem vindo a primar
pelo seu trabalho na área da responsabilidade social.
Estes rastreios promovem os cuidados primários de
saúde visual inseridos numa política de prevenção, que permitem às pessoas
verificar o estado visual dos seus olhos sendo, muitas vezes possível detetar
precocemente anomalias.
Este tipo de iniciativas de promoção de hábitos
saudáveis tem uma grande importância no prosseguimento da estratégia da Casa do
Povo, enquadrando-se na missão de sensibilização e intervenção junto da
população.
quarta-feira, janeiro 23, 2013
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